Como aprendemos?



Quantas vezes você se perguntou se o seu curso de alemão está sendo eficiente? A dificuldade aparece para todos e na hora da frustração não sabemos em quem colocar a culpa, não é mesmo? Daí muitas vezes achamos que somos incapazes ou que a língua é difícil e quase impossível aprender.

Bom, e se eu te disser que na maioria das vezes a estruturação do curso ou do estudo está desproporcional? Ou que até mesmo o professor te corrige demais, quando deveria somente te dar apoio e ajudar você a simplesmente transmitir a mensagem que você quer passar (independente dos erros)?


Observe essa pirâmide de um querido psiquiatra americano chamado William Glasser (1925-2013). Ele dedicou sua vida a nos ajudar a entender tudo isso, e hoje quem não usa esses estudos para aplicar no ensino de uma língua estrangeira está cometendo um pecado muito grande, pois esse estudo (entre outros) é um grande atalho no aprendizado e facilita muito o que por décadas foi tão primitivo - o ensino de línguas estrangeiras.

“O professor é um guia, um criador de experiências e possibilidades para proporcionar um ambiente ideal para a aquisição da língua estrangeira.”


Ao aplicar sua Teoria da Escolha para a educação, ele explica que o professor é um guia no aprendizado e não um chefe. Eu entendo como guia um criador de experiências e possibilidades para proporcionar um ambiente ideal para a aquisição da língua estrangeira. E sua pirâmide nos dá esse norte.

“A boa educação é aquela em que o professor pede para que seus alunos pensem e se dediquem a promover um diálogo para promover a compreensão e o crescimento dos estudantes”

(William Glasser)


Glasser nos dá outra contribuição

importante, ele explica que não se deve trabalhar apenas com memorização, porque a maioria dos alunos simplesmente esquece os conceitos depois da aula. Em vez disso, o psiquiatra sugere que se aprenda efetivamente: fazendo, ou seja, se comunicando.

Mas pense aqui comigo, para se comunicar é preciso conhecer

previamente um conteúdo, certo? É aí que entra a Sala de Aula Invertida. Você ouve, lê e observa não com um fim em si mesmo, mas como objetivo imediato de falar, discutir, escrever, perguntar, relatar etc...




É como mágica! Você se vê realmente usando a língua da maneira como deve ser usada: para se comunicar.

Definitivamente, uma língua estrangeira não se aprende somente lendo, ouvindo e observando (modo passivo), também não somente discutindo, fazendo ou ensinando (modo ativo). Precisamos de tudo, cada um na medida certa e da maneira certa. E quem pode te ajudar a criar esse ambiente ideal? O professor, o guia.

Graças a internet, o conteúdo está todo disponível e você pode imaginar como será a evolução de tudo isso a cada década? No final das contas a medida e a maneira certa é o que realmente vai fazer a diferença.

Posts Em Destaque
Posts Recentes
Arquivo
Procurar por tags
Nenhum tag.